11/06/2009

Paramentos que são usado na missa

Patena: nome vem do latim e significa prato. Ela acompanha sempre o cálice, e serve para receber a Hóstia consagrada durante a Santa Missa. Já no ofertório, o padre a utiliza para oferecer o pão, deixando-a de lado até o Pai Nosso, quando a toma novamente para realizar sobre ela a fração, ou seja, para partir a hóstia e retirar dela o pedacinho que será jogado no cálice. Depois da comunhão o padre deve purifica-la muito bem, ou seja, deixar cair no cálice todas as minúsculas partículas da hóstia, pois em cada uma delas Jesus está presente
O Cálice: é o vaso sagrado que se usa para consagrar o Preciosíssimo Sangue, durante a Santa Missa. O cálice só pode ser de metal e deve ter um anel, no meio da haste, para que o padre tenha firmeza ao segurá-lo. Devido à importância do seu uso, o interior do cálice deve receber um banho de ouro sobre o metal. Depois da comunhão, o cálice é purificado com vinho não consagrado, no momento das abluções da Missa.


O cibório ou âmbula: é um vaso semelhante a um cálice, porém com uma tampa. Nele são conservadas as santas espécies para a comunhão dos fiéis (também chamadas partículas). Devem ser de metal nobre, como o cálice, e também banhados à ouro no interior. Quando está dentro do sacrário, deve ser coberto com um véu. Isso porque as santas reservas sempre são cobertas com um pano precioso, uma seda bordada, um tecido de ouro ou prata. É por esta mesma razão que o sacrário deve sempre ser coberto com o conopeu, véu precioso cuja cor varia de acordo com a cor dos paramento
O ostensório ou custódia: Em latim, ostendere significa mostrar. O ostensório serve para expor o Santíssimo Sacramento à adoração pública. Na bênção do Santíssimo, na procissão de Corpus Christi e em outras cerimônias, o padre introduz no centro do ostensório uma luneta, ou seja, um suporte de ouro, às vezes protegido por um cristal, onde se encontra a hóstia consagrada. O ostensório é também de ouro ou banhado à ouro, tendo a forma de um sol resplandecente, no centro do qual brilha o Sol divino, que é nosso Senhor Jesus Cristo, presente na Sagrada Hóstia. Chama-se também de custódia ou teca, um pequeno vaso com o interior banhado à ouro, que serve para levar a comunhão aos doentes. Esta custódia é posta numa bolsa pendurada ao pescoço, de forma que o Santíssimo é levado sobre o coração do sacerdote.

As galhetas : Recipientes onde se colocam a água e o vinho que serão usados para a consagração do Preciosíssimo Sangue.


turíbulo e a naveta: Pequeno fogareiro suspenso por correntes no qual se queima o incenso utilizado nas cerimônias religiosas. O incenso já era utilizado pelos judeus como símbolo da oração que se eleva à Deus com suave odor. Vale a pena reler no missal, no Ofertório da Missa, a bênção e as orações que o padre reza enquanto incensa o altar. Usa-se também o incenso como gesto de honra às pessoas. Por isso o padre e os fiéis são incensados durante a missa. A naveta é a caixinha de metal, em forma de nau, onde se guarda o incenso que será utilizado no turíbulo

a caldeirinha e a hissopo: a caldeirinha é o vaso onde se leva a água benta utilizada nas cerimônias. O hissopo é o bastão que se enche da água benta e com o qual se faz a aspersão. Este nome vem do ramo do hissopo, planta que era utilizada com esta finalidade, na antiguidade


o vaso de purificação: é o pequeno vaso colocado junto aos castiçais, no altar, onde o padre purifica os dedos ao tocar na hóstia consagrada fora da missa. Por exemplo, quando ele prepara a custódia de levar a comunhão para os doentes, ou quando distribui a comunhão fora da mis

corporal: Pedaço de linho engomado que o celebrante desdobra no altar e sobre o qual são colocados exclusivamente o pão e o vinho que serão consagrados. O corporal é tão importante que deve ser levado e trazido do altar dentro da Bolsa (ver adiante). A goma tem por finalidade não deixar as minúsculas partículas da hóstia consagrada penetrarem na trama do linho. O nome vem do fato de que sobre ele se põe a hóstia consagrada, o Corpo de Cristo (justamente na parte da missa em que não é utilizada a patena).
a pala: antigamente o corporal era bem maior que os de hoje. Sendo assim era fácil dobrar uma de suas pontas sobre o cálice, para impedir que impurezas caíssem dentro dele durante a missa. Não era muito prático. Por isso diminuiu-se o corporal e separou-se dele a pala, que passou a ser um pedaço de linho quadrado, em geral acrescido de algum ornamento e que serve para tampar o cálice.
sanguinho ou purificatório: é um paninho de linho retangular, dobrado em três, com uma cruz bordada no centro, que o padre posiciona sobre o cálice para o transportar e que serve para enxugar o cálice, os dedos ou os lábios, durante a santa missa. (estes três panos que precedem devem ser purificados em três águas antes de serem postos para lavar, sendo a água utilizada na purificação jogada diretamente na terra. - com quantos cuidados a Santa Igreja protege a Presença Real de Jesus na Hóstia! E pensar que os progressistas jogaram isso tudo fora!)


toalhas de altar: São três as toalhas que devem cobrir o altar, sendo que a última deve cair até o chão nas laterais. Todas devem ser de linho e bentas antes de serem usadas. Este número de três serve para que, no caso de se derramar o Preciosíssimo Sangue, este seja absorvido com facilidade
manustérgio: é um paninho parecido com o sanguinho, porém sem bênção, tendo uma cruz bordada numa de suas extremidades, e que serve para o padre enxugar os dedos no lavabo da missa.
toalha de comunhão: é a toalha que cobre a mesa de comunhão, sob a qual os fiéis devem cobrir suas mãos, em sinal de respeito pela Sagrada Hóstia.
Paramentos do cálice: o véu do cálice, que serve para cobri-lo e a bolsa, que serve para transportar o corporal. Os dois seguem a cor litúrgica do dia.
Véu humeral: Longo véu ricamente ornado que é posto sobre os ombros do celebrante para cobrir suas mãos, quando este deve transportar o Santíssimo ou dar a bênção com o Santíssimo. Também o sub-diácono cobre as mãos com ele, na missa solene, para segurar a patena, do Ofertório até o Pai-Nosso (durante o tempo em que o padre não usa a patena).
Conopeu : Véu de pano nobre, com as cores litúrgicas, que serve para cobrir o sacrário sempre que o Santíssimo estiver presente. É um sinal certo da presença de Nosso Senhor no sacrário. Ele deve cobrir completamente o sacrário, apesar de se tolerar que tenha a forma de uma cortina.

Um comentário:

blogger disse...

achei muito lagal esse saite
fala tudo que eu precisava

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